Posts filed under ‘Maciel Salu’

Maciel Salú (2011 – Mundo)

“MINHA VIDA É ANDAR PELO MUNDO”. É com o trecho de umas das faixas do novo CD que o cantor e rabequeiro MACIEL SALÚ traduz a nova fase da sua carreira. Intitulado ‘MUNDO’, o terceiro álbum solo do pernambucano quebra rótulos e ganha uma roupagem contemporânea. O novo trabalho reúne referencias de ritmos pernambucanos de origem, como o FREVO, COCO e MARACATU, com GROOVES LATINOS, MERENGUES e AFRO BEATS. “Mundo” retrata o aprendizado que Maciel Salú obteve ao longo dos seus 13 anos de carreira à frente de diversas bandas (Chão e Chinelo, DJ Dolores e Orquestra Santa Massa, Orquestra Contemporânea de Olinda). A longa trajetória por palcos de vários países e o contato com a cultura latina, européia e norte-americana permitiu que ele traçasse um caminho musical onde essas referências puderam ser somadas ao conhecimento obtido durante a sua infância e juventude junto aos Mestres da cultura popular de Pernambuco. “MUSICA NÃO TEM RÓTULOS. MÚSICA É PARA O MUNDO”, define o artista. PARTICIPAÇÕES – O disco teve a participação especial do paraibano CHICO CÉSAR na faixa intitulada ‘Rabeca no Merengue’. De autoria de Maciel Salú, o merengue faz referências aos mestres da cultura popular de Pernambuco, entre eles o Mestre Salustiano e os rabequeiros Luiz Paixão e Pitunga. O vocalista da NAÇÃO ZUMBI, JORGE DU PEIXE, também participou do CD. O artista uniu seu timbre forte à voz marcante de Maciel Salú na faixa ‘Tambaú’, de autoria do rabequeiro. A música com levada pop tem batidas de afro beat, referência direta da africanidade de Felá Kuti. O resultado dessa mistura foi uma música dançante, cheia de swing. O disco teve o aval de um dos mais conceituados músicos da América Latina, BENJAMIM TAUBKIN. Curador do Mercado Cultural da Bahia e membro do Fórum Europeu de Músicas do Mundo, o instrumentista, arranjador, compositor e produtor assina a apresentação do novo disco do herdeiro da família Salú. No texto Benjamim Taubkin traça o elo entre a cultura da Zona da Mata pernambucana e as culturas do mundo na construção da identidade musical de Maciel Salú. DISCOGRAFIA: – Mundo (2010) – Na Luz do Carbureto (2007) – A Pisada é Assim (2003)

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fevereiro 15, 2011 at 1:09 pm 2 comentários

Maciel Salú e o Terno do Terreiro (2004 – A pisada é assim)

O som do grupo Maciel Salú e o Terno do Terreiro contagia o público logo às primeiras notas da rabeca e aos primeiros batuques de suas fortes percussões. É impossível ficar parado no show liderado pelo cantor, compositor e rabequeiro Maciel Salú (ex-integrante do DJ Dolores e Orquestra Santa Massa), acompanhado em seu trabalho solo pelos jovens e talentosos músicos do Terno do Terreiro: Juliano Holanda (Baixo, Bandolim, Viola de Dez Cordas e Voz), Bruno Lopes (Percussão e Voz), Rudá Rocha (Percussão), Zé Mário Freitas (Percussão) e Tiné (Percussão e Voz). O som de Maciel Salú se destaca por sua autenticidade nas melodias, nas letras e na atitude do artista.

O grupo integra a cena pernambucana contemporânea, caracterizada pela renovação das tradições, e de sua releitura dentro de um cenário marcado por elementos globais e universais. Filho do respeitado Mestre Salustiano, Maciel Salú cresceu em contato permanente com a riqueza cultural pernambucana, em meio a sambadas de maracatu, brincadeiras de cavalo marinho, cirandas, cocos e forrós. Mas Maciel cresceu na cidade, e sua arte é como ele mesmo, uma ponte entre o tradicional e o novo.

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julho 5, 2010 at 8:04 pm Deixe um comentário

Maciel Salú (2006 – Na Luz do Carbureto)

Maciel Salú tem a herança dos folguedos populares correndo nas véias, cresceu em pleno contato com as brincadeiras de cavalo-marinho, as sambadas de maracatu, a ciranda, o forró, o coco entre outros. Neto de João Salustiano, filho do Mestre Salustiano e brincante desde menino. Maciel iniciou cedo sua carreira junto com a família com os grupos Os Quentes do Forró e O Sonho da Rabeca. Em 1997, entrou para o grupo Chão e Chinelo como rabequeiro, vocalista e compositor. Nessa época participou de vários festivais nacionais e internacionais, como o de Nantes, França (2000).

Em seguida o poeta integrou a Orquestra Santa Massa ao lado de Fábio Trummer, Isaar França, Mr. Jam e DJ Dolores. Essa fusão de sons chamou a atenção da crítica e foi aplaudida no Free Jazz do Rio e São Paulo, Abril pro Rock em Recife, em Turnês pela Europa e no Festival Licoln Center (2003), em Nova Iorque.


Desde de 2003, Maciel Salú está em carreira solo. Firme e forte com a rabeca no peito, o músico está mais maduro do que nunca. Fez as trilhas sonoras para o espetáculo “Desatino do Norte e Desatino do Sul”, interpretado pelo Balé Municipal de São Paulo, e para o filme “Tejucupapo”, curta-metragem pernambucano. Em 2004 lançou o seu primeiro CD solo, entitulado “A pisada é assim”, e em 2006 veio “A Luz do Cabureto”, o segundo album da sua carreira solo. Atualmente, Maciel Salú também é parte integrante da Orquestra Contemporânea de Olinda, grupo formado por doze músicos, de diferentes origens e formações, que integram suas diversidade rítmicas em um som latino cheio de swing e criatividade.

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julho 2, 2010 at 7:58 pm Deixe um comentário


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