Posts filed under ‘Naurêa’

naurÊa (2011 – furdunço)

O presente de Natal deste ano em nossa cidade vai ter um gostinho de Furdunço. De bagunça. De celebração. Enfim, de forró. Completando 10 anos, a Naurêa presenteia seus fãs com o primeiro volume do álbum box All Gazaha: Furdunço. São três músicas inéditas e três remixes – dos djs Dolores, Lucio K e Kaska.

A ideia agora é investir em álbuns periódicos que serão lançados a cada três meses. Cada pedaço dessa All Gazaha contará com músicas inéditas, com artista de renome internacional, contribuindo com o trabalho da Naurêa (neste primeiro volume, Dj Dolores e Dj Lucio K – nos próximos virão surpresas) e com artes visuais que no final do projeto em Junho formarão o mosaico da algazarra.

Furdunço será o início desta confusão que mixará sabores sonoros, línguas e linguagens. A faixa inicial do ep já dá mostras do que será feito este novo trabalho: Bate beat, um trocadilho globalizado das brincadeiras de roda com o universo do pop dançante, do pirulito que bate-bate ao beat it que já bateu.

A segunda faixa vai à salsa de Célia Cruz ao samba de Clara Nunes passando pela deliciosa lambada de Michel Nerplat (aquele do Wi Pi Ti Pi Ti). A terceira nos leva ao afrobeat, ao R&B e samba de roda e de pareia – minha vida é viver e brincar.

Com isso a banda dá um passo largo para novas possibilidades e, dentro de uma nova estética que tomou conta do mundo, criará obras abertas que estarão sendo trabalhadas durante um ano inteiro.

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dezembro 31, 2011 at 4:29 pm 1 comentário

Naurêa (2009 – Babelesko)


naurÊa
são duas palavras ditas muito rapidamente que representa uma sensação, um tipo de pressão sonora que diz muito sobre a força que mora em seu som. Som esse que resolveu reinventar a mistura particular que é o forró, ampliando e dando novas possibilidades para o xote, o xaxado e o baião, tradicionais ritmos nordestinos. Formada em novembro de 2001,  em Aracaju,  a naurÊa  toca basicamente o que chama de Sambaião. Como o nome já sugere, uma mistura de samba e baião. Mas não pára por aí. A banda recebe informação musical de várias partes do Brasil e do mundo: das batidas populares do universo negro de Laranjeiras ao costarriquenho Reggaeton; da música pouco convencional de Tom Zé às melodias de Cuba e do Leste Europeu; das guitarras “caribenhas” do Pará ao apelo   do   R&B   e   do   Hip   Hop.   A   idéia,  muito  mais   do   que   fazer  mistura,   é  mostrar   as potencialidades do forró, é ter uma sonoridade própria com um sotaque local.

No entanto o que tem se evidenciado na naurÊa é sua vocação para cruzar as fronteiras de Sergipe.  Tocou nas mais  importantes  feiras e encontros de música do Nordeste: a Feira da Música de Fortaleza (2004), O Festival de Inverno de Garanhus (2004), o Mercado Cultural da Bahia (2005), a Feira da Música Internacional de Brasília (2006), O RecBeat de Recife (2006).

Sem contar as participações nas festividades dos Jogos Pan-americanos, PAN 2007 no Rio de Janeiro, quando fez quatro apresentações na praia de Copacabana assim como os shows nas cidades de Colônia, Dortmund e Berlim na Alemanha durante o mundial de futebol de 2006. A partir daí a Europa passou a ser um mercado para a naurêa que em 2007 fez uma segunda turnê de verão em julho/agosto. A turnê durou mais de 20 dias e se estendeu para os Alpes austríacos e 11 cidades alemãs. Em 2008 o ponto alto foi a participação na Feira POPKOMM em berlin.

Para 2009 são grandes as expectativas começando com Verão Sergipe e o lançamento do DVD “Sambaião VIVO”, que já foi exibição nacionalmente pelo Canal Brasil. O forró de Sergipe está
representado no Brasil e no Mundo pelo sambaião da naurÊa.

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janeiro 8, 2010 at 4:28 pm Deixe um comentário

Naurêa (2006 – O Sambaião)

Quando a banda sergipana naurÊa lançou, há uns dois anos, o seu primeiro CD e começou a ser celebrada como uma grande revelação da música do Estado, fui conhecer o trabalho dos rapazes e de verdade gostei, porém não me engajei àquele alarde inicial porque ando cansado dessas “novidades” em Sergipe que são excessivamente cultuadas no primeiro estouro, mas que se mostram, em pouco tempo, serem simples traques de massa.

Esperei o segundo disco (que acaba de ser lançado e se intitula “NaurÊa apresenta O Sambaião”) e agora, sim, posso dizer que se trata, disparado, da melhor banda atualmente existente por estas bandas. Os sete componentes (Márcio de Dona Litinha, Alex Sant’anna, Léo Airplane, Abraão Gonzaga, Aragão, Binho Caixa d’Água e Patricktor4) têm mostrado considerável amadurecimento artístico e o que, antes, soava meio amador, agora já ganha ares profissionais.

É fato que o pessoal tem talento e, aliado a ele, talvez o mais importante: a vontade de chegar lá. Assíduos freqüentadores de apresentações na Rua da Cultura, local em que conquistaram grande parte de seu público, já tocaram e se destacaram também fora dos nossos limites territoriais, como no Festival de Inverno de Garanhuns e até na Alemanha, como ocorreu no mês de julho passado.

Muito bem gravado pelo competentíssimo Anselmo Pereira no Estúdio Caranguejo Records e com um trabalho gráfico simples, mas bem concebido e executado, o novo CD compõe-se de quinze faixas nas quais os ritmos nordestinos se impõem e ganham contornos bem interessantes. A maioria das canções é composta por Márcio que se mostra um criador inspirado, se bem que a banda conta com um outro compositor de peso, Alex Sant’Anna, o qual, inobstante desenvolver paralelamente um ótimo trabalho solo, poderia ser mais utilizado pelo grupo.

As melhores faixas deste muito bem-vindo álbum são “Álcool ou Acetona” e “Basta Viver”, mas dá para destacar também a deliciosa e politicamente incorreta “Vc Toda”, “Dona Lalinha”, “Fome Moderna” e a instrumental “Hoje Só Amanhã” e ainda há a participação especial de Silvério Pessoa em “Sexta-Feira”.

A única preocupação que os rapazes precisam ter daqui para a frente é não se repetir porque de resto a banda está prontinha para conquistar o Brasil. É Sergipe mostrando que musicalmente não deve nada a ninguém!

Rubens Lisboa

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janeiro 6, 2009 at 3:09 pm Deixe um comentário


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